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Rio de
Janeiro, 17 de agosto de 2012
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É
proibido sofrer!
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"É proibido sofrer!" Esta é a
mensagem que vemos sendo anunciada em quase todos os
lugares. Talvez nem sempre dita assim tão
explícita, mas percebemos suas
variações quando também se diz:
"pare de sofrer!", "tenha uma vida
vitoriosa!", "Você nasceu para ser
cabeça e não cauda!", "decrete e
profetize sua vitória!", "tome posse pela
fé!" e tantas outras ordens e palavras que, na
cabeça de muita gente, vira uma espécie de
anestésico contra as dores que os problemas da vida
provocam na gente.
A sociedade atual se esconde do sofrimento e o nega porque ele desmascara nossas fragilidades. A questão é que a ferida continua aberta, a infecção vai se alastrando cada vez mais, a doença emocional vai se enraizando, vai matando lentamente, mas seus efeitos são maquiados pela não sensação de dor. Se esquecem que o próprio sofrimento pode ser uma bênção, pois ele nos avisa sobre a necessidade de que algo deve ser feito. Embora haja fundamento bíblico para nos dizermos mais do que vencedores por meio de Jesus, esta palavra "vencedores" não segue o modelo e o padrão moderno de entendimento do que seja vencedor segundo a ganância dos homens. O perfil do vencedor moderno é aquele que até pode passar por alguma dificuldade, mas consegue tudo o que quer. Sempre vence as dificuldades virando o jogo com palavras mágicas. Nunca demonstra em público suas fraquezas. Este é o vencedor das externalidades, da futileza, do terno Armani, da bolsa Louis Vuitton, do carro de luxo, de ter dinheiro, poder e influência sobre a vida das pessoas. É o que se faz vencedor pela força bruta, é o indestrutível. Infelizmente, este tipo de vencedor é anunciado adoecida e insistentemente em muitos púlpitos. Quem não se enquadra nesse padrão é rapidamente chamado de "sem fé", amaldiçoado, fraco ou derrotado. Já, o Vencedor, segundo o Evangelho, é aquele que também sofre, também passa por algum tipo de privação, pode até vencer de alguma forma material, mas sabe discernir entre o momento de rir e o de chorar. Aprende a viver cada um destes momentos reconhecendo que há um Deus que não somente assiste, mas participa com a gente, ao nosso lado, de cada riso ou lágrima e usa essas coisas também como ensino e crescimento para cada um de nós. Perder ou ganhar, ser fraco ou forte, no entendimento bíblico, não depende do troféu humano, das honrarias, homenagens, recompensas e reconhecimentos que se recebe em vida. Vencer não tem a ver necessariamente com possuir bens ou ser curado de uma doença terminal. Estas coisas também, mas elas não tratam da essência. Estão na superfície de uma vida muito mais profunda, muito além de ter ou não os seus sonhos e pedidos realizados. Aqueles que vencem ou venceram, nas Escrituras, perderam o mundo para ganhar a Vida. Alguns foram perseguidos, torturados, mortos, tiveram seus bens espoliados, famílias separadas. A maioria não foi nenhum exemplo de sucesso de empreendedorismo, de força de vontade ou estabilidade emocional. Passaram fome, fugiram, tiveram medo, alguns desistiram ou abandonaram seus projetos e chamados missionários, antes do tempo. Tiveram crises existenciais, ficaram deprimidos, se sentiram enfraquecidos, desejaram morrer mas foram salvos e reencaminhados não por suas próprias forças, mas pela Graça infinita, teimosa e amorosa de Deus. O verdadeiro vencedor é aquele que vence não por ele mesmo, mas vencido, vence em Deus. O vencedor, segundo as Escrituras, sabe que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, mas nem por isso deixa de se alegrar com os que se alegram e chorar com os que choram. Vive cada sentimento de forma verdadeira, sem máscaras e consciente. Nesta vida ainda vamos perder e achar muitas coisas, muitas vezes. Alguns sonhos pessoais jamais serão alcançados, outros virão como que presentes de Deus para nossas mãos. Não se permita ser julgado pelos outros ou pela própria consciência por causa do que você ganha ou deixa de ganhar. O importante é, como diria nosso irmão Paulo, o apóstolo: "quer vivamos ou morramos, somos do Senhor." (Romanos 14.8). Em outras palavras, desta vez, ditas por Jó "o Senhor deu, o Senhor tirou, bendito seja o seu nome." (Jó 1.21). O sofrimento em si não nos torna derrotados. Podemos, sim, aprender e sermos aperfeiçoados por causa dele. O rótulo é sempre algo imposto de fora pra dentro. Nem sempre expressa uma realidade. Não se auto impute um desmerecimento ou supervalorização falsos. O verdadeiro vencedor aprende a dar nomes às suas responsabilidades, projeta sua esperança não nas coisas que se veem, mas naquelas que são eternas. Assume seus erros, mas também consegue se alegrar com cada pequenino passo em direção à Vida. Sabe perdoar e também pedir perdão. O sofrimento dói, mas nos amadurece, nos ensina a reconhecer o que de fato podemos chamar de vitória. O Deus que venceu por todos te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente! |
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
É proibido sofrer!
Postado por
Simone Bezerra
às
05:07
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Palavras
Palavras...
Palavras pra se ouvir,
Palavras pra serem sussurradas ao pé do ouvido,
Palavras que ferem, que matam, que dão vida, que curam...
Palavras inocentes revelando a inocência de um sonho,
Palavras com vigor, com espigão, com eloquência...
Palavras após serem ditas precisam de silêncio, silêncio para entendê-las, senti-las, digeri-las, afagá-las...
Palavras que confortam, que trazem alegria a alma visitada pela solidão, palavras que sustentam o peso do ser em conflito...
Palavras que te chamam: vem, deita em meu colo, me dá um abraço, não me deixe só...
Palavras que repelem, que expulsam, que magoam, que partem os sentidos, que relaxam o amor...
Palavras minhas e o seu silêncio.
Escrito por mim.
Palavras pra se ouvir,
Palavras pra serem sussurradas ao pé do ouvido,
Palavras que ferem, que matam, que dão vida, que curam...
Palavras inocentes revelando a inocência de um sonho,
Palavras com vigor, com espigão, com eloquência...
Palavras após serem ditas precisam de silêncio, silêncio para entendê-las, senti-las, digeri-las, afagá-las...
Palavras que confortam, que trazem alegria a alma visitada pela solidão, palavras que sustentam o peso do ser em conflito...
Palavras que te chamam: vem, deita em meu colo, me dá um abraço, não me deixe só...
Palavras que repelem, que expulsam, que magoam, que partem os sentidos, que relaxam o amor...
Palavras minhas e o seu silêncio.
Escrito por mim.
Postado por
Simone Bezerra
às
12:22
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Corrida e Caminhada Noturna Family Run Olinda
O ano está findando, e as últimas corridas vão chegando com gostinho de quero mais!
Corrida noturna é tudo de bom!
Mesmo com atrasos na programação, a alegria não se atrasou e estava presente!
5Km refrescantes, embalados por musiquinhas e brincadeiras! Os carros orquestravam um festival de buzinadas, kkk! Já estamos no Natal!!!
Parabéns à ACOPE pelo esforço, e acreditem, vocês têm um monte de gente que corre junto com vocês na alegria e na tristeza!
Cada dia é uma luta a ser superada, é um aprendizado, uma lição! E um abraço amigo fecha com chave de confiança mais esta etapa!
Parabéns: Ezequiel e Cia!
Abraços!
Parabéns à ACOPE pelo esforço, e acreditem, vocês têm um monte de gente que corre junto com vocês na alegria e na tristeza!
Cada dia é uma luta a ser superada, é um aprendizado, uma lição! E um abraço amigo fecha com chave de confiança mais esta etapa!
Parabéns: Ezequiel e Cia!
Abraços!
Postado por
Simone Bezerra
às
05:39
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
1ª Meia Maratona de Jampa (João Pessoa)
Ninguém disse que seria fácil! Toda corrida, minha, agora, fora do Estado, é uma aventura!
Primeiro: a entrega dos kits!
Até a sexta-feira ou mais tardar no sábado até às 10h, em situações especiais!
Após alguns telefonemas (Anízio, Obrigada!!!)
Consegui o telefone de Ricardo "Magnata", o anjo! Prontificou-se a nos ajudar...
Sábado de manhã, alguns atrasos pra variar...
12:15 Saímos para João Pessoa!
Passado o "stress" inicial da viagem, uma chuva fina enfeitava a paisagem, deixando o dia preguiçosamente gostoso...
Pontualmente, às 14h chegamos em JP, e após alguns minutos estávamos no Busto de Tamandaré, em Tambaú. Local da chegada da corrida...e fomos procurar o Ricardo, após um telefonema, eis que chega um rapaz gentil, prestativo e superprocurado, afinal ele era um dos organizadores do evento, mas nem a correria daquela tarde, o fez perder a gentileza e camaradagem! Superatencioso, trouxe nossos kits como quem guardava algo precioso!
Muito obrigada, Ricardo! Você fez a diferença neste evento!
Agora era ligar para o Hotel e pedir pra segurarem a reserva...
Às 15h tudo resolvido, agora era só um bom banho, fazer um lanchinho e nos preparar para a largada que seria às 17h!
Ufa, deu tudo certo! Êpa, ninguém viu como seria o percurso..., tinha de 5km, 10km e 21km.
Chegamos às 16:30h ao local Busto de Tamandaré, e pasmem, não havia quase nenhum corredor, ficando a pergunta no ar... "Cadê o povo?", "Será que já largaram?"
Foi quando encontramos, quem? Quem? Quem? Ricardo Magnata! Eita, que esse homem está em todo lugar!
Para nossa surpresa a largada não seria ali, mas lá no Espaço Ciência! Quem conhece a orla de JP, sabe a distância que fica de um ponto a outro.
Levei uma mochilinha que ficaria no guarda-volumes, mas não tinha guarda-volumes ali.
Ricardo nos informou que havia ônibus levando os corredores, mas pela hora já havia encerrado...
Para a nossa alegria estava de saída a última levada dos "staffs" e fomos no meio, apreensivos pelo horário, até porque em cada ponto descia uma equipe, e isso fez com que atrasasse ainda mais a nossa chegada.
16:55 chegamos Espaço Ciência, tempo nublado, ameaçando chover..., e eu com essa cara de sono, kkk!
Às 17:05, a largada foi dada! Com percursos diferentes seguimos as 3 turmas para nossos destinos!
A chuva fina largou junto com a gente, povo animado, e o Ricardo estava em toda parte, incentivando, torcendo por cada um que passava, e na nossa vez não foi diferente,"o pessoal de Olinda tá vindo aí!", kkk, foi muito bom ouvir nossos nomes sendo gritado em meio a multidão! Me senti a própria! Muito bom!
O único incômodo foi o de correr com aquela mochilinha nas mãos, mas foi tudo bem!
Após descer a ladeira "miseravona" (lembram do post do ano passado sobre a corrida da Pague Menos de João Pessoa?), bem agora passar por essa "marvada", só na descida! Depois disso, o deleite da Beira Mar de Cabo Branco, um início de noite maravilhosa!
10km feitos em 1h e 9m, não muito bom, mas deu pra chegar tranquila!
Próximo à chegada, já estavam lançando a "candidatura" de Ricardo, agora não era mais Ricardo e sim o "deputado", kkk! Passei e acrescentei: "Ricardo, meu voto é seu!", brincadeiras à parte, foi um excelente trabalho! Arrumei mais um amigo em JP!
Cynnara que o diga, beijão amiga!
De volta ao Hotel, agora fomos aproveitar a noite paraibana! Passeios, compras, e noite ao luar!
Hospedados num Hotel de frente para o mar...
Domingo de manhã, o mar nos convida para aquele mergulho! Uma praia gostosa, manhã preguiçosa..., a hora vai chegando...
Arrumar as malas com o coração cheio de saudade!
João Pessoa virou minha cidade do coração!
Beijos!
Postado por
Simone Bezerra
às
12:29
9
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Jogo de cintura
Para ter uma passada eficiente, não basta ter perna: é preciso
força e flexibilidade nos quadris. Assim você reduz as chances de
lesões e rende o máximo na corrida
Por Lili Figueroa e Patricia Julianelli | Ilustrações Luciano Veronezi
Se perguntarmos a um corredor que estruturas do corpo estão
envolvidas em uma corrida, a imensa maioria responderia na lata: as
pernas. Alguns mencionariam os glúteos, e os mais experientes fariam uma
menção honrosa ao abdome. Poucos teriam consciência do papel dos
quadris para um movimento eficiente. Correr pode ser algo natural, mas
para obter sua melhor performance é preciso trabalhar postura e técnica,
e os quadris podem sabotar ou alavancar sua corrida.
Segundo Renan Malvestio, especialista em fisioterapia
do esporte pela Unifesp e sócio da clínica SportsCare Club, em São
Paulo, grande parte das lesões em corredores se origina na região dos
quadris. “Como na fase de apoio da corrida [aterrissagem] sempre temos
apenas um pé no chão, todo o peso do tronco acaba sustentado por apenas
um dos quadris, o que demanda grande controle dessa articulação”,
afirma. Se há uma falha na sustentação do quadril, isso vai desencadear
uma série de compensações ao longo do membro inferior, atingindo os
joelhos e os pés, o que pode causar dores e até mesmo lesões. Você está
de olho no relógio? O rendimento também pode ser comprometido.
Na aterrissagem, se o quadril cai para o lado, por
exemplo, o joelho pode acabar indo para dentro. A partir daí, na
propulsão, você é obrigado a retornar desse desvio para dar impulso”,
explica. Resultado: desperdício de energia com esse movimento e perda de
um tempo precioso.
O X da questão
A cada passada, a força do impacto é transmitida pela perna,
desde o osso da coxa (fêmur) até o quadril. Como esse momento sempre
ocorre em um pé só, a tendência natural seria de uma queda do quadril
para o lado sem apoio, como se tirássemos os pés de uma mesa só de um
lado. No entanto, nós temos músculos responsáveis por esse controle.
Existem os mais superficiais (como o glúteo máximo), que são
responsáveis pelos grandes movimentos e pela maior absorção de impacto
propriamente dita, e os menores e mais profundos, que trabalham mais na
estabilização dos quadris. Além disso, o abdome tem papel importante no
controle da bacia, que tem relação direta com os quadris.
Porém, mesmo com esses músculos presentes e fortes, podemos não estar
treinados a usá-los adequadamente. “É como se tivéssemos uma caixa de
ferramentas completíssima para um serviço, mas só estivéssemos treinados
a usar chave de fenda e martelo. Assim, a estabilidade dos quadris
acontece fora do movimento ideal e isso altera a distribuição do
impacto, o que gera pontos de sobrecarga ao longo do corpo e eventuais
dores ou lesões”, afirma Renan. Esse é um dos fatores de risco, mas é
claro que há outras questões envolvidas e que, combinadas, aumentam a
chance de você se machucar, como o volume grande de treinos, sobrepeso e
fadiga, entre outros.
Controle é tudo
Um músculo que aparece com frequência ligado à má
postura na corrida é o iliopsoas. Ele é responsável pelo movimento de
levar a coxa à frente, e muitas vezes não atingimos o movimento desejado
porque não estamos estendendo completamente o quadril. “A falta de
flexibilidade no iliopsoas pode interferir no movimento, mas não é a
única causa e, na minha opinião, nem é a principal. Na maioria das
vezes, o que acontece é que a forma como nos movimentamos coloca os
músculos para funcionar em posição encurtada, apesar de ele ter
comprimento suficiente para o que queremos fazer — o que pode ser
corrigido por meio da postura”, diz Renan.
Uma lesão de sobrecarga relativamente frequente na região dos quadris
é a bursite. Na parte mais saliente do quadril localiza-se uma região
do fêmur chamada de trocânter maior. A bursa está sobre o trocânter.
Agora imagine bolsinhas com líquido que ficam entre o osso e os tendões
que passam por ali, para que não haja atrito. A inflamação dessas
bolsinhas é denominada bursite.
Essa dor apresenta-se na parte lateral do quadril e é
mais intensa quando o atleta deita sobre esse lado, corre ou cruza as
pernas. A bursite é mais comum nas mulheres, naquelas pessoas que têm
uma perna mais comprida que a outra e também naquelas que apresentam
ainda a síndrome da banda iliotibial e obesidade. Mas atenção: é preciso
diferenciar bursite de lesões nos tendões e outras estruturas que
rodeiam a articulação, como as fraturas por estresse. Como aliviá-la?
“Por se tratar de uma lesão de sobrecarga, ou seja, que acontece por
pequenas forças mal distribuídas e repetidas ao longo do tempo, o
tratamento definitivo é a identificação e correção do desvio de
movimento gerador daquela sobrecarga. Porém, é fundamental o tratamento
local, principalmente em sua fase aguda, que pode envolver
anti-inflamatórios, fisioterapia e repouso das atividades que geram
dor”, afirma Renan.
Evite deitar ou apoiar-se sobre o lugar onde se apresenta o
desconforto. Em alguns casos, pode ser indicado a aplicação de injeções
diretas de cortisona para desinflamação. Para saber qual tratamento é o
mais indicado no seu caso, sempre procure um profissional especialista
em medicina esportiva.
Outras lesões por sobrecarga comuns na região dos
quadris e que também têm relação com falhas na qualidade de sua
estabilização durante a corrida são as tendinopatias de glúteo médio e
mínimo e a síndrome do piriforme (irritação do nervo ciático provocada
pelo aumento da tensão ou espasmo do músculo piriforme).
Caminho das pedras
Nenhuma técnica é solução definitiva para correr livre de lesões e
de forma eficiente para todos, pois cada corpo, conforme suas
características, varia um pouco a posição, a amplitude e a frequência da
passada para economizar energia. Mas, para evitar lesões na região dos
quadris, o caminho mais eficiente é trabalhar a musculatura e a postura.
Como as lesões por sobrecarga são as mais frequentes na corrida, ter
atenção à forma como nos movimentamos pode ser o melhor caminho para uma
corrida eficiente e saudável. Hoje existem especialistas que filmam
seus treinos e avaliam cada aspecto do movimento. E, a partir daí, fazem
um trabalho que inclui alongamento, fortalecimento direcionado às
necessidades individuais do atleta e reeducação do gesto da corrida.

Fonte: revista runners
Novembro 2012
Postado por
Simone Bezerra
às
05:45
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terça-feira, 13 de novembro de 2012
Um sábado de criança!!!
Simplesmente fantástico! 
Para quem foi ao Parque 13 de Maio neste final de semana, encontrou um parque vivo, um parque gigante, um parque diferente!
Um mundo novo, lúdico, abría-se para quem chegava! As lembranças dos dias de criança foram inevitáveis! Com uma pontinha de inveja, kkk, "não tinha isso na minha infância", fui entrando naquele mundo, kkk! Crianças do mundo da internet, alegrem-se com este teatro vivo, pois, no meu tempo, não rara as vezes que tínhamos que construir nossos próprios brinquedos!
O Parque estava lotado! Com dois palcos, lado a lado, a platéia só tinha o trabalho de virar um pouco o rosto para o lado e admirar o fascinante trabalho do
SESI BONECOS DO MUNDO!
E ver este teatro ao ar livre, disponível para todas as idades, foi linnnnnnnndo demais!
Tive o prazer de ver o dvd da Banda Pato Fu e Música de Brinquedo há alguns meses e me encantei!
Então não resisti e fui neste último sábado, vê-los no Parque 13 de Maio!
Cheguei antes da 20:00h, o show estava programado para às 20:30h, enquanto isso fiquei assistindo a esse mundo de contos e sonhos!
Percebia os olhares das crianças meio confusas entre o real e o lúdico, perguntas caiam aos montes sobre os pais que atentos pareciam aproveitar mais do que seus pimpolhos!
Até nas árvores tinha expectadores, encostei-me perto de uma e acomodei-me ali, protegida pela natureza, dos mais atrasados que insistiam em achar um bom lugar para apreciar o espetáculo!
Às 20:44h começou o show do Pato Fu! Fidelíssimos ao dvd, a banda não deixou nada a desejar, fez bonito em um pouco mais de 1 hora e meia de muita música e performace!
Abraços aconchegantes! Beijos afetuosos! Olhares brilhantes! E carinho da cumplicidade!
Que massa!
Renovada! Foi como saí de lá! Realizada, eu e minha criança interior!
Agora, os sonhos...!!!!
Postado por
Simone Bezerra
às
06:58
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